Lembra dos antigos RPGs online como o Tibia — quando cada passo pelo mapa podia terminar numa luta e uma espada nova levava uma semana para aparecer? Ancient Warriors: Order of the Seal nasceu justamente dessa paixão. A mesma câmera isométrica, o clique para andar, o combate sem pressa e uma mochila que fica mais pesada a cada achado. Só que você não divide este mundo com mil outros jogadores — ele é todo seu, e dá para jogar sem internet.
Onde tudo começa
O navio Dawn nunca chegou ao porto: uma tempestade o jogou contra os recifes da ilha de Kaldar. Você volta a si na areia molhada, sem arma, sem armadura e sem um tostão no bolso. Ali perto, um punhado de sobreviventes mantém uma fogueira acesa, saqueadores rondam a praia, o velho farol da Ordem está apagado no cabo e, lá no alto das montanhas, o Chefe Grum comanda seus selvagens.
Kaldar é uma ilha que ensina. Enquanto sobrevive a ela, você aprende tudo pelo caminho: como empunhar uma arma, como comer e se curar, como atirar de longe e como iluminar o caminho pelas cavernas. Chegue ao nível oito, tome a chave de Grum, e o barqueiro Ketil leva você até o continente. Não tem volta.
A cidade e a cripta
No continente, quem espera por você é Riverhollow — uma cidade portuária na foz de um rio, com muralhas firmes, lojas e um templo. Sob o velho cemitério, do lado de fora do portão norte, fica a Cripta. Há cem anos a Ordem do Selo a selou — e emparedou ali, junto com os mortos, o seu próprio último mestre. Ele continua lá embaixo e, durante todos esses anos, vem desfazendo o selo por dentro, com toda a paciência. O que fazer a respeito, Olvir, o herbalista nos degraus do templo, vai contar — se você estiver pronto para ouvir.
Para onde ir
Além das muralhas, abre-se um mundo enorme. A estepe, onde as tribos bárbaras armaram seus acampamentos. As ruínas do Pináculo Cinzento, no cabo ocidental, onde os aprendizes do mestre se entrincheiraram. O castelo dos renegados no litoral. As minas dos anões nas montanhas do norte e a floresta dos elfos, com uma adega sob a fortaleza deles. E, no nordeste, a Necrópole, que é melhor não visitar cedo demais. Quem vive onde, e em que nível, está em Mundo e mapas.
Com quem jogar
O cavaleiro segura os golpes no escudo e continua de pé onde os outros caem. O mago queima uma multidão de inimigos antes que ela chegue até ele. O patrulheiro ataca com o arco e mantém a distância. O druida prende os inimigos no gelo, cura e chama aliados da floresta para o seu lado.
Nada é proibido: o mago pode pegar uma espada, e o cavaleiro, um arco. Mas as habilidades crescem com o uso, e cada vocação tem seu próprio ritmo. O cavaleiro aprimora a espada o jogo inteiro, enquanto o mago chega ao limite logo depois dos primeiros golpes. Veja as vocações para os detalhes.
O que caçar
Espadas, machados, maças, arcos e bestas, cajados e livros de feitiços, armaduras, amuletos e anéis — cada peça tem seu nível, então sempre há algo melhor pela frente. E o melhor de tudo nem está à venda: só sai de chefes derrotados. Some a isso os feitiços de cada vocação, as missões dos moradores da ilha e da cidade, o dia e a noite (um dia de jogo dura uma hora real) e uma tocha sem a qual você não vai querer descer ao subterrâneo.
Onde jogar
Ancient Warriors é grátis no Android (com anúncios) e no Windows (sem anúncios). É um só jogo: o mesmo mundo, as mesmas missões e nada para comprar. Os saves ficam no seu dispositivo e, no celular, também podem ficar no Google Play Games. Os links estão em Baixar o jogo.
O que vem por aí
A próxima grande meta é uma versão online: o mesmo mundo, só que compartilhado, com outros heróis caminhando ao lado do seu. Se você está curtindo o jogo e gostaria que isso acontecesse mais cedo, dê uma olhada em Apoie o projeto.
133 criaturas · 219 itens · 17 missões · 55 feitiços